sábado, outubro 30, 2010

Esses empresários são mesmo uns exploradores!!! Ô raça!

Fonte: tribuna do leitor
Jornal da Cidade de Bauru
Dica: Facebook do Ramón

VERDADE E SONHO

Verdade: sou empresário, tenho uma microempresa. Por conta disso, acordo às 4h e encerro minha jornada às 20h, o que resulta em uma carga de trabalho de, aproximadamente, 16 horas diárias todos os dias da semana, sem contar que lá se vão 55 anos de serviço. Não tenho direito a férias, FGTS, 13.º salário, não posso adoecer. Caso isso aconteça, tenho de trabalhar mesmo assim, porque a empresa não pode parar. Pago meus impostos, que não são poucos, como todo cidadão. E como todo cidadão, não vejo o retorno destes impostos. Tenho que pagar escolas para meus filhos, convênios médicos particulares e por aí afora.

Sonho: se o próximo presidente estatizar minha empresa, ao invés de pagar, passarei a receber. Então, no próximo feriado estarei na praia, tomando um chope. E na quarta-feira, tranqüilo e sem pressa, voltarei lentamente às minhas atividades. A fonte do meu salário será inesgotável e eu não terei mais que me esforçar tanto para conseguir o pão de cada dia. Acordei! O sonho acabou. São 4h e tenho que levantar para garantir a minha sobrevivência.


José Guedes

Um comentário:

Anônimo disse...

SIMPLES MAS BEM EXPLICADO
Escrito por EDSON RAMOS


ARTIGO: Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.

Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: "ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e “justo”.

O professor então disse:

- Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe... Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas. Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam “justas”.

Com isso ele quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos... Como resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por “justiça” dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para total surpresa!!!

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.

"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável".

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a". Do blog de neir moreira.


Vicente