sábado, outubro 24, 2009

VAMOS ADOTAR A ESTRELA AMARELA EM REPÚDIO A VINDA DAQUELE CARA DO IRÃ



Um dia, os judeus foram obrigados a usá-la para mostrar sua condição de....judeus e sofrer por serem... judeus. Com o passar dos anos essa estrela amarela tornou-se símbolo de luta, de sobrevivência de todo um povo. Povo esse que sofreu os horrores do holocausto que aquele cara do Irã nega. Aquele cara do Irã mata gays, mulheres e tem particular predileção por matar opositores. Se você não concorda com mentiras, mortes, sangue de inocentes sendo derramado, ditaduras e perseguições, use a estrela. Proteste contra a vinda desse cara em nosso país. Diga que o convite não foi feito em seu nome. Ostente em seu peito, em seu blog, em seus sites de relacionamento. Diga NÃO a vinda deste terrorista.
Caso você ainda não saiba quem é ele, clique aqui . Lembre-se do caso Delara, de todos os jovens que foram mortos por protestarem nas ruas de Teerã contra a fraude que foi sua mais recente eleição e depois, clique aqui e visite o museu on line do Holocausto e conheça toda a dura verdade que ele nega. Esse cara do Irã não é só problema de judeus. Ele é um perigo para a segurança mundial. Ele, hoje, quer varrer do mapa um país, a única democracia do oriente médio. Ele quer destruir Israel.
Se você concorda com tudo que ele faz e prega, esqueça. Use seu mouse e saia imediatamente daqui. Você eu não temos nada e comum mas, caso você se horrorize, deseja a verdade, deseja a paz verdadeira, participe. O Brasil, onde ele será recebido com honras pelo presidente Lula, ainda é seu país....
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O dia da execução de Delara Darabi
ImageA execução de Delara Darabi, delinquente juvenil de 22 anos, na Prisão de Rasht no Norte do Irão não foi notificada nem aos seus pais nem aos seus advogados. Estes últimos, de acordo com a lei iraniana, deveriam ser notificados com 48 horas de antecedência.
Segundo o advogado, no dia da execução, a mãe de Delara visitou a filha na prisão. Delara disse-lhe “Se eu for libertada, quero continuar a estudar. Gostava de ser livre. Um dos juízes prometeu que eu iria ser perdoada.” Delara acrescentou ainda: “Mãe, estou inocente.”

Às 7h00 da manhã do dia 1 de Maio, Delara Darabi ligou à sua família para lhes dizer que estava prestes a ser executada e a pedir-lhes que a salvassem. Durante a conversa, alguém lhe tirou o telefone e disse aos seus pais que a sua filha seria morta e que não havia nada que pudessem fazer quanto a isso. Os pais de Delara apressaram-se para a prisão e pediram para a ver mas foi-lhes negado um último encontro com a sua filha. Enquanto estavam à porta da prisão, a sua filha foi executada. Os pais de Delara informaram os advogados da sua execução.

O funeral do Delara Darabi decorreu no dia 2 de Maio num cemitério de Rasht chamado “O Jardim do Céu”. Centenas de pessoas compareceram no funeral. O seu pai não pôde estar presente na cerimónia porque se encontrava no hospital.

Em Setembro de 2003, Delara Darabi, com 17 anos, e o seu namorado Amir Houssein Sotoudeh, com 19 anos invadiram a casa de uma prima do pai de Delara para a assaltarem. Amir Houssein alegadamente assassinou a familiar de Delara durante o assalto. Delara inicialmente confessou ter assassinado a mulher de forma a salvar o namorado da pena de morte, por este lhe ter dito que por ela ser menor não seria executada. Posteriormente, retraiu-se da sua confissão.

O caso de Delara não é único. Actualmente estão pelo menos 137 jovens no corredor da morte no Irão.

Para mais informações sobre execuções de delinquentes juvenis no Irão, ver “Iran: The last executioner of children” .
( Fonte: Direitos Humanos - Portugal)
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Neda, assassinada pelo governo de Teerã:


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E aí, vai ficar paradinho?

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